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quinta-feira, 22 de abril de 2010
quarta-feira, 21 de abril de 2010
CHORANDO AOS PÉS DO SENHOR. Subsídio e Plano de Aula para Lição Bíblica
A 4ª Lição do 2º trimestre/2010 trata da necessidade do choro, do quebrantamento, da sensiblidade ante às calamidades, misérias espirituais e morais do povo de Deus.
PLANO DE AULA
1. OBJETIVOS DA LIÇÃO (Extraídos da Lição Bíblica-CPAD)
-Explicar o porquê do lamento de Jeremias.
-Compreender o porque de Jeremias querer o isolamento .
-Conscientizar-se de que é chegado o momento do povo de Deus lamentar em favor das nações.
2. CONTEÚDO
Texto Bíblico: Jeremias 9.1-3, 5-9
O LAMENTO DE JEREMIAS
Todo verdadeiro profeta e homem de Deus é sensível às necessidades vivenciadas pelas pessoas e povos. Um homem de Deus é um homem de lágrimas. Chorar faz parte do cotidiano de quem sente e percebe claramente os dramas existenciais, a dor, a miséria, a crise, a loucura alheia, a nossa própria condição. Nestes termos temos vários exemplos, alguns já citados na lição:
- O choro de José (Gn 42.24; 43.30; 45.1-3; 46.29)
- O choro de Neemias (Ne 1.1-4;)
- O choro de Jó (16.16)
- O choro dos exilados (Sl 137.1)
- O choro de Jeremias (Jr 9.1; 13.17; Lm 1.16; 2.11)
- O lamento de Oséias (Os 4.6)
- O lamento de Paulo (Gl 3.1; 4.19)
- O lamento de Jesus (Mt 23.39)
A possibilidade do lamento e do choro está em levantar os olhos e contemplar o próximo, ver e sentir as coisas do ponto de vista de Deus.
A SOLIDÃO DE JEREMIAS
A solidão é uma condição bastante comum na vida de líderes. A buscar por estar só é uma necessidade para aqueles que carregam o fardo da liderança (2 Co 11.28), que estão envolvidos diretamente com vidas e conflitos interpessoais, morais e espirituais. A solidão poder servir como escape, contemplação, renovo, reflexão, oração etc. Observemos alguns exemplos de líderes que buscaram a solidão como escape para as suas tensões e pressões:
- Abraão (Gn 15.1-6)
- Davi (Sl 25.16-21)
- Jeremias (Jr 9.2)
- Daniel (Dn 6.10)
- Jesus (Mc 1.35-37; Mt 14.23; 26.31-39)
Sobre a solidão na liderança escreveu Lorena Lacerda:
"na solidão, quando não sabemos o que realmente devemos dizer ou fazer, temos uma excelente oportunidade para observar, ouvir, refletir e daí sim encontrar as melhores respostas que precisamos para continuar com a segurança de se estar no caminho certo para encontrar as melhores soluções".
QUESTÕES CONTEMPORÂNEAS À LAMENTAR
Se você acha que não tem pelo que lamentar em relação a atual condição da igreja, observe algumas questões levantadas na lição (e outras não levantadas):
- A falta do genuíno ensino da Palavra;
- A baixa qualidade e distorções doutrinárias na música dita evangélica (gospel);
- As mensagens sem conteúdos genuinamente bíblico, apelativas, artísticas e mecânicas;
- Os mercenários de plantão com títulos de pregrador, ensinador e pastor. Só visam os lucros e ganhos de suas práticas profissionais que chamam descaradamente de "meu ministério";
- A falta de unidade das lideranças nacionais, ao ponto de não conseguirem nem fazer festas juntos;
- A política eclesiástica suja que corrói como um câncer promovendo divisões, corrupção, traição, processos judiciais, vendas de almas, compra de igrejas e negociações que arrepiam e escandalizam Satanás.
- A vida imoral de líderes e liderados que não temem mais a Deus;
- A indiferença sobre a necessidade de se buscar mais ao Senhor, se arrepender e se converter dos pecados.
Será que não temos razões para o choro e o lamento?
3. MÉTODOS E ESTRATÉGIAS DE ENSINO
- O choro de José (Gn 42.24; 43.30; 45.1-3; 46.29)
- O choro de Neemias (Ne 1.1-4;)
- O choro de Jó (16.16)
- O choro dos exilados (Sl 137.1)
- O choro de Jeremias (Jr 9.1; 13.17; Lm 1.16; 2.11)
- O lamento de Oséias (Os 4.6)
- O lamento de Paulo (Gl 3.1; 4.19)
- O lamento de Jesus (Mt 23.39)
A possibilidade do lamento e do choro está em levantar os olhos e contemplar o próximo, ver e sentir as coisas do ponto de vista de Deus.
A SOLIDÃO DE JEREMIAS
A solidão é uma condição bastante comum na vida de líderes. A buscar por estar só é uma necessidade para aqueles que carregam o fardo da liderança (2 Co 11.28), que estão envolvidos diretamente com vidas e conflitos interpessoais, morais e espirituais. A solidão poder servir como escape, contemplação, renovo, reflexão, oração etc. Observemos alguns exemplos de líderes que buscaram a solidão como escape para as suas tensões e pressões:
- Abraão (Gn 15.1-6)
- Davi (Sl 25.16-21)
- Jeremias (Jr 9.2)
- Daniel (Dn 6.10)
- Jesus (Mc 1.35-37; Mt 14.23; 26.31-39)
Sobre a solidão na liderança escreveu Lorena Lacerda:
"na solidão, quando não sabemos o que realmente devemos dizer ou fazer, temos uma excelente oportunidade para observar, ouvir, refletir e daí sim encontrar as melhores respostas que precisamos para continuar com a segurança de se estar no caminho certo para encontrar as melhores soluções".
QUESTÕES CONTEMPORÂNEAS À LAMENTAR
Se você acha que não tem pelo que lamentar em relação a atual condição da igreja, observe algumas questões levantadas na lição (e outras não levantadas):
- A falta do genuíno ensino da Palavra;
- A baixa qualidade e distorções doutrinárias na música dita evangélica (gospel);
- As mensagens sem conteúdos genuinamente bíblico, apelativas, artísticas e mecânicas;
- Os mercenários de plantão com títulos de pregrador, ensinador e pastor. Só visam os lucros e ganhos de suas práticas profissionais que chamam descaradamente de "meu ministério";
- A falta de unidade das lideranças nacionais, ao ponto de não conseguirem nem fazer festas juntos;
- A política eclesiástica suja que corrói como um câncer promovendo divisões, corrupção, traição, processos judiciais, vendas de almas, compra de igrejas e negociações que arrepiam e escandalizam Satanás.
- A vida imoral de líderes e liderados que não temem mais a Deus;
- A indiferença sobre a necessidade de se buscar mais ao Senhor, se arrepender e se converter dos pecados.
Será que não temos razões para o choro e o lamento?
3. MÉTODOS E ESTRATÉGIAS DE ENSINO
Discuta com a classe sobre a necessidade de nos condoermos e chorarmos com sinceridade pela atual condição de muitos e de muitas igrejas.
4. RECURSOS DIDÁTICOS
Quadro, mapa, cartolina, pincel ou giz, etc.
5. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS
- Bíblia de Estudo Pentecostal, CPAD.
- Bíblia de Estudo Almeida, SBB.
- Conheça melhor o Antigo Testamento, VIDA.
- Jeremias e Lamentações: introdução e comentário, MUNDO CRISTÃO.
- http://www.rccoaching.com.br/verartigo.php?id=60
Que o choro e o lamento motivados por estas questões possa estar presente em nossas mensagens e orações.
terça-feira, 6 de abril de 2010
Culto UMADHI
No terceiro sábado, 20 de março foi realizado mais um grande culto UMADHI.
Da esquerda para a direita Ax. Lázaro (Vice Presidente da UMADHI), Pr. Holanda (Pastor Presidente do Campo), Ax. Cléber (Presidente da UMADHI) e Ax. Mauricio (Coodenador da UMADHI)
Tivemos a presença de varios visitantes entre eles o conjunto de Mocidade da cidade de Santa Quitéria.
Conjunto de Mocidade da congregação de Irajá
Foi um culto muito abençoado.
Dirigente da congregação de Irajá Pb. Oziel Moura
Da esquerda para a direita Ax. Lázaro (Vice Presidente da UMADHI), Pr. Holanda (Pastor Presidente do Campo), Ax. Cléber (Presidente da UMADHI) e Ax. Mauricio (Coodenador da UMADHI)
OS PERIGOS DO DESVIO ESPIRITUAL. Subsídio e Plano de Aula para Lição Bíblica
O principal tema da 2ª Lição do 2º trimestre/2010 é a "apostasia", muito bem definido na mesma. Nos deteremos em analisar algumas interessantes e verdadeiras colocações feitas sobre os efeitos da apostasia em nossas igrejas, com ênfase no segundo ponto da lição.PLANO DE AULA
1. OBJETIVOS DA LIÇÃO
-Compreender alguma manifestações da apostasia em nossas igrejas.
2. CONTEÚDO
Texto Bíblico: Jeremias 1.13
UM BRADO CONTRA A APOSTASIA
Como bem definida na Lição Bíblica como "abandono consciente e premeditado da fé", a apostasia é percebida claramente em nossas igrejas, e para expor tal fato quero me valer de alguns comentários do próprio corpo da lição em seu segundo ponto:
- Falar em nome do Senhor
"Como temos pregado a Palavra de Deus? Em nosso nome? Ou no nome de Cristo Jesus? À semelhança de Paulo, estejamos preparados a fim de expor com ousadia e integridade todo o conselho de Deus (At 20.7)."
Há dois fatos que quero considerar. O primeiro é que a Palavra de Deus, longe de ser proclamada para a glória de Deus e na autoridade do nome de Jesus, tem sido pregada para a glória de muitos pregadores e ensinadores, e na autoridade deles mesmos, com o falacioso discurso da "autoridade de profeta" e "autoridade de ungido", querendo impor medo e coagindo os ouvintes.
"Profetas" e "ungidos" quando trabalham, pregam ou ensinam em causa própria, há muito já se desviaram e perderam o direito de invocar a autoridade espiritual para legitimar suas ações e prédicas.
Autoridade espiritual não se sustenta em cargos ou títulos, mas em obedecer e em tudo honrar a Deus.
Em segundo lugar, o "Conselho de Deus" em vez de ser pregado com ousadia, tem sido pregado com técnicas de manipulação de auditório, além de levar em consideração a conveniência deste mesmo auditório ou de quem convida o pregador/ensinador/profeta.
Vou ser mais claro. Em "alguns" lugares e situações, quando certos líderes estão passando por "crises" no ministério, costumam convidar um pregador/ensinador/profeta para "meter" medo na igreja e nos obreiros locais com ameaças rídiculas e falsas de juízo divino. No final destes eventos, o nobre pregador mercenário sai feliz com o seu gordo cachê, e com a agenda certa para um próximo evento.
Em outras situações, também por conveniência, a mensagem é pregada para alegrar o auditório e satisfazer os "clientes".
- Ser autêntico e não politicamente correto
"Este é o mal que atinge muitos pregadores: a síndrome do politicamente correto. Sacrificam a genuinidade do Evangelho no altar de interesses efêmeros e abomináveis."
Esta sentença complementa o que já vimos no ítem anterior. Ser politicamente correto é adotar um discurso e postura que agrada a todos, sem se preocupar se isto vai ou não macular a genuinidade do Evangelho. É o discurso "certinho" e interesseiro.
"Assumamos nossa posição como homens de Deus. Preguemos corajosamente a sua Palavra, ainda que isto venha a custar-nos a própria vida."
Tudo isso me faz lembras dos profetas assalariados e com lugar garantido na corte e na mesa do rei, que somente profetizavam o que o rei ou a rainha queriam ouvir (1 Rs 18.19; 22.5-28).
- Anunciar ao povo a tragédia que os rondava
"Temos falado a verdade à nossa geração?"
Muitas pregações na atualidade não falam mais em tragédias, derrotas, perdas, perseguições, aflições, dores, juízo divino, etc. A mensagem é "SÓ VITÓRIA". Trata-se de um evangelho amputado, focado apenas no triunfalismo e na Teologia da Prosperidade, distorcendo a mensagem bíblica do verdadeiro triunfo da igreja e da plena prosperidade dos crentes.
A verdade só é falada em nossa geração, quando assim acontece, para os chamados "pequenos". Para Jeremias o Senhor disse:
"Eis que hoje te ponho por cidade fortificada, por coluna de ferro e por muros de bronze, contra todo o país, contra os reis de Judá, contra os seus príncipes, contra os seus sacerdotes e contra o seu povo. Pelejarão contra ti, mas não prevalecerão; porque eu sou contigo, diz o SENHOR, para te livrar." (Jr 1.18-19)
Que o Senhor nos livre da covardia e da apostasia!
- Falar em nome do Senhor
"Como temos pregado a Palavra de Deus? Em nosso nome? Ou no nome de Cristo Jesus? À semelhança de Paulo, estejamos preparados a fim de expor com ousadia e integridade todo o conselho de Deus (At 20.7)."
Há dois fatos que quero considerar. O primeiro é que a Palavra de Deus, longe de ser proclamada para a glória de Deus e na autoridade do nome de Jesus, tem sido pregada para a glória de muitos pregadores e ensinadores, e na autoridade deles mesmos, com o falacioso discurso da "autoridade de profeta" e "autoridade de ungido", querendo impor medo e coagindo os ouvintes.
"Profetas" e "ungidos" quando trabalham, pregam ou ensinam em causa própria, há muito já se desviaram e perderam o direito de invocar a autoridade espiritual para legitimar suas ações e prédicas.
Autoridade espiritual não se sustenta em cargos ou títulos, mas em obedecer e em tudo honrar a Deus.
Em segundo lugar, o "Conselho de Deus" em vez de ser pregado com ousadia, tem sido pregado com técnicas de manipulação de auditório, além de levar em consideração a conveniência deste mesmo auditório ou de quem convida o pregador/ensinador/profeta.
Vou ser mais claro. Em "alguns" lugares e situações, quando certos líderes estão passando por "crises" no ministério, costumam convidar um pregador/ensinador/profeta para "meter" medo na igreja e nos obreiros locais com ameaças rídiculas e falsas de juízo divino. No final destes eventos, o nobre pregador mercenário sai feliz com o seu gordo cachê, e com a agenda certa para um próximo evento.
Em outras situações, também por conveniência, a mensagem é pregada para alegrar o auditório e satisfazer os "clientes".
- Ser autêntico e não politicamente correto
"Este é o mal que atinge muitos pregadores: a síndrome do politicamente correto. Sacrificam a genuinidade do Evangelho no altar de interesses efêmeros e abomináveis."
Esta sentença complementa o que já vimos no ítem anterior. Ser politicamente correto é adotar um discurso e postura que agrada a todos, sem se preocupar se isto vai ou não macular a genuinidade do Evangelho. É o discurso "certinho" e interesseiro.
"Assumamos nossa posição como homens de Deus. Preguemos corajosamente a sua Palavra, ainda que isto venha a custar-nos a própria vida."
Jeremias, Elias, Isaias, João Batista, Pedro, João, Paulo e tantos outros personagens bíblicos e da história estavam dispostos a correr o risco de perder a própria vida pela causa do Senhor. Já nos dias de hoje, muitos profetas, ensinadores e pregadores temem perder cargos, privilégios, salários, espaço em tribunas, púlpitos e "órgão oficiais", agendas, convites e etc. É uma verdadeira vergonha e real apostasia.
Tudo isso me faz lembras dos profetas assalariados e com lugar garantido na corte e na mesa do rei, que somente profetizavam o que o rei ou a rainha queriam ouvir (1 Rs 18.19; 22.5-28).
"Temos falado a verdade à nossa geração?"
Muitas pregações na atualidade não falam mais em tragédias, derrotas, perdas, perseguições, aflições, dores, juízo divino, etc. A mensagem é "SÓ VITÓRIA". Trata-se de um evangelho amputado, focado apenas no triunfalismo e na Teologia da Prosperidade, distorcendo a mensagem bíblica do verdadeiro triunfo da igreja e da plena prosperidade dos crentes.
A verdade só é falada em nossa geração, quando assim acontece, para os chamados "pequenos". Para Jeremias o Senhor disse:
"Eis que hoje te ponho por cidade fortificada, por coluna de ferro e por muros de bronze, contra todo o país, contra os reis de Judá, contra os seus príncipes, contra os seus sacerdotes e contra o seu povo. Pelejarão contra ti, mas não prevalecerão; porque eu sou contigo, diz o SENHOR, para te livrar." (Jr 1.18-19)
Que o Senhor nos livre da covardia e da apostasia!
Faça um debate sobre a qualidade das mensagens e dos pregadores, ensinadores e profetas nos dias de hoje, e das implicações desta realidade no contexto geral da apostasia.
4. RECURSOS DIDÁTICOS
Quadro, mapa, cartolina, pincel ou giz, etc.
5. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS
- Bíblia de Estudo Pentecostal, CPAD.
- Bíblia de Estudo Almeida, SBB.
- Conheça melhor o Antigo Testamento, VIDA.
- Jeremias e Lamentações: introdução e comentário, MUNDO CRISTÃO.
Que o Senhor use poderosamente os professores/profetas para esta geração!
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